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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Conhecendo as Dificuldades no Aprendizado da Matemática!

Na relação pedagógica entre professor e aluno, ou melhor aquela que envolve o processo de ensino e aprendizagem de matemática, nos deparamos com muitas situações e problemas de assimilação, compreensão dos muitos conteúdos dessa disciplina que algumas vezes fogem do nosso controle profissional. É muito comum e até normal as crianças, adolescentes e ate alguns alunos em níveis mais avançados do conhecimento terem problemas em alguma fase de estudos, e isso envolve não só a Matemática, mas outros ramos do conhecimento. Claro que na Matemática visualizamos maiores dificuldades de entendimento porque exige do estudante maior atenção e concentração nas aulas por ser uma matéria abstrata que envolve o raciocínio e o pensamento do estudante. Mas deixamos claro que existe um limite entre essas dificuldades normais de entendimento e até por não gostar da disciplina por razões pessoais, e aqueles outros estudantes, que embora se esforcem e se dediquem pelos estudos, e que mesmo assim podem apresentar sintomas e bloqueios mais graves e evidentes para assimilação dos conteúdos normais tratados pelo professor em sala de aula. Deixamos claro que os excessos verificados em relação as dificuldades excessivas de assimilação não são normais e precisam ser melhor investigadas pelo professor, de preferência com a supervisão da equipe escolar. Mas, existem algumas dificuldades relacionadas com a falta de base escolar que indicam falhas pedagógicas em seus métodos de ensino de responsabilidade do professor e até da própria escola. Muitas vezes um acompanhamento individualizado resolve essas falhas, inclusive com o acompanhamento de um professor de reforço para auxiliar os conteúdos que apresentam maiores dificuldades de assimilação.  Em outras situações mais graves e quando já foi esgotado todas tentativas para promover a aprendizagem, então a escola com o auxílio dos pais e responsáveis devem buscar outras formas de sanar essas dificuldades mais evidentes. 

Quando as crianças e adolescentes apresentam quadros depressivos e ansiedade isso pode até gerar problemas emocionais como estresse no convívio social. Em pesquisas recentes observou-se que esses transtornos podem gerar conflitos como indisciplina, rebeldia ou preguiça, fazendo com que muitos alunos abandonem a escola causando evasão escolar e até mesmo odiando seus estudos.
Sabemos que esses transtornos envolvem alguns poucos estudantes (de 3 a 6%), e que certamente nesses casos específicos, a culpa não é do professor, nem do aluno e tampouco da escola em que o aluno estuda. Trata-se de um transtorno e bloqueio do aprendizado e que deve ser encarado com muito cuidado por pessoas habilitadas acompanhado pela equipe escolar. Certamente esses alunos envolvidos devem ter um tratamento mais de perto até que possam superar esses bloqueios e voltarem a ter um comportamento normalizado.

No ensino de matemática e de outras disciplinas encontramos dúvidas e muitos obstáculos que poderiam ser evitados, se os pais e responsáveis incentivassem mais cuidadosamente seus filhos aos estudos e gosto pelo aprendizado de matemática, principalmente nos primeiros anos de vida, quando se dá a formação inicial e o interesse deles pelos números e o gosto em relacionar objetos e formas. Mas, existe outras razões que devemos apontar quando encontramos algumas dificuldades evidentes em compreender a matemática. São questões que fogem do controle escolar, porque estão relacionadas com a saúde mental e transtornos de ordem emocional. 

O que os pais e responsáveis não sabem é que muitas vezes seus filhos não estão aprendendo de forma adequada, principalmente os conteúdos tratados pela matemática, não por preguiça ou por falta de estudo, mas pelas questões citadas. Existem algumas dificuldades psicológicas e até de ordem emocional que muitas vezes dificultam a atividade educativa de uma forma que precisa ser investigada e tratada por pessoas capacitadas. Uma delas que é a mais comum mas que talvez os estudantes e seus pais não sabem é a discalculia. 

O que é a discalculia?
Segundo especialistas, a discalculia é um transtorno neurológico que atinge cerca de 6% da população mundial e que dificulta o aprendizado normal da Matemática. Então, devemos ficar atentos quando observamos que o aluno tem grandes dificuldades de assimilação escolar, embora esteja estudando os conteúdos adequados e que estude e se dedique satisfatoriamente ao aprendizado. Deixamos claro que quando seu filho tira notas baixas e vai mal na escola, nem sempre tais anormalidades são consequências desse tipo de comportamento ou transtorno, pois existem outras causas que merecem ser investigadas e muitas vezes tratadas por especialistas devidamente capacitados. Por isso é fundamental conversar com o professor responsável e pela equipe de apoio escolar para saber qual é o problema e a realidade que está afetando essas dificuldades apresentadas pela criança envolvida nesse contexto.

Entenda agora do que se trata a discalculia que atrapalha demasiadamente o entendimento e compreensão dos conteúdos de matemática.






É nada mais do que um déficit de aprendizagem que acomete a capacidade específica de entender e lidar com os números. Do ponto de vista prático do ensino e da aprendizagem, o fato das crianças estarem com discalculia implica que eles não tem a capacidade de compreender e fazer operações com os números. Isso tem implicações muito sérias porque sabemos que toda pessoa tem que desenvolver e superar tais dificuldades. Evidentemente que em algum momento da vida, o aluno e a pessoa acometida vai se livrar desse problema, pois os números estão presentes no cotidiana de todos. Em termos gerais, podemos afirmar que lhes faltou talvez uma motivação inicial para o desenvolvimento da compreensão de números e das operações numéricas. E, isso todas crianças em idade menor ou até mesmo quando são bebes devem ser incentivadas pelos pais para desenvolverem tais habilidades com brinquedos, formas geométricas, habituando-se em efetuar contagem, relacionar objetos, monitorar e resolver quebra cabeças, entre outras. 
Quando analisamos os alunos com discalculia, em relação à educação matemática, podemos arriscar e apresentar uma descrição resumida deste tipo específico de comportamento:

1) Esses alunos, ao contrário da maioria dos outros que não apresentam tais dificuldades, possuem um senso numérico intuitivo muito limitado; eles não possuem uma "sensibilidade" natural para compreender quantidades e relacionar os números;

2) Ainda eles mantêm um conceito limitado de número "baseado na unidade"; 

3) Eles vêem pequenos números como grupos confusos ou "conjuntos" de unidades, e grandes números como conjuntos ainda mais nebulosos de unidades;

4) Muitos deles têm um conceito equivocado do número que permanece quase estático e sabe muito pouco sobre seu desenvolvimento, geralmente permanecendo em grande parte baseado apenas nas unidades.



Segundo especialistas, a discalculia tem implicações muito fortes também do ponto de vista do bem-estar emocional dos estudantes. De fato, devido aos grandes esforços que a aprendizagem da matemática exige, sem conseguir êxito no aprendizado, a maioria dos alunos acometidos com discalculia, sem saber a razão de suas dificuldades afirmam categoricamente que não gosta de matemática, ao contrário, sentem-se desencorajados durante as lições e conteúdos da matemática. Assim, eles, desenvolvem estratégias de evitação, como ir ao banheiro, apontar para os lápis, dor de cabeça, etc. Notamos que esses alunos algumas vezes sofrem com bullying ou até mesmo são provocados por seus pares e às vezes perseguidos e desanimados até mesmo pelos pais e por professores menos avisados que não entendem o motivo dessas reais dificuldades.

Então, verificamos que a falta de compreensão das pessoas que deveriam incentivar e motivar esses alunos pode levar ao agravamento da situação e assim eles apresentam alguns sintomas tais como:

a) Podem vir a sofrer de ansiedade matemática, o que prejudica ainda mais a capacidade de compreensão numérica;

b) Como ficam com baixa estima eles podem começar a se preocupar com suas habilidades de aprendizado em geral; e assumem equivocadamente que nunca serão capazes de desenvolver esse aprendizado.

c) Existe ainda o agravamento pelo ensino tradicional, que fornece o aspecto mnemônico de aspectos importantes da aritmética, e que infelizmente não ajuda em nada esse tipo de aluno.

Será que o professor pode ajudar os alunos com discalculia? 
A resposta é que sim e conheça aqui algumas sugestões:
I) Os números são muito abstratos e geralmente as operações com eles são ensinadas de uma maneira decididamente abstrata. Os alunos com discalculia, por outro lado, são capazes de entender muito melhor todas as áreas da aritmética se, nos estágios iniciais, forem encorajados a usar materiais manipulativos para tornar tudo mais transparente e concreto;
II) Muito da linguagem usada para descrever operações numéricas é de difícil entendimento para estudantes com discalculia (por exemplo, não é fácil para eles entenderem o que significa quando falamos "2 para 3").
III) Devemos ter em mente que a linguagem deverá ser simples e que aquela forma mais abstrata pode dificultar a compreensão, e que então o professor deve favorecer uma linguagem diária, simples e transparente, e ainda mais deve estar preparado para reformular o método de ensino, e que suas explicações até que esteja certo de que todos alunos entenderam seu significado.
IV) Aconselhamos que os professores estruturem uma didática com pequenos passos progressivos, procedendo ao passo dos discalculinos e oferecendo-lhes a possibilidade de praticar bastante, por meio de explicações e exercícios repetidos por diversas vezes.
V) Os professores devem limitar as cargas de memória, tanto a longo prazo quanto no local de trabalho, enfrentando fatos numéricos difíceis com os alunos e um número limitado de procedimentos fáceis de entender.
VI) Os alunos precisam ser exercitados em habilidades numéricas, tanto quanto possível, através de jogos simples e rápidos, que são divertidos e tornam as aulas mais agradáveis.

De uma forma geral, sabe-se que a maioria dos alunos assimilam e entendem com facilidade, enquanto que alguns outros precisam de maiores incentivos com lições práticas, acompanhadas com exemplos voltados ao entendimento do que se quer ensinar. Mas, existem alguns conteúdos específicos que exigem maior empenho e habilidade do professor em ensinar porque exigem maiores habilidades de compreensão e nesses casos é de bom tom sempre voltar e recapitular a matéria tratada, para que o aprendizado de fato se concretize. 

Conclusão!
Na nossa modesta opinião é muito importante que o professor fique atento ao comportamento da sua sala e saiba observar e avaliar seus alunos, para então investigar como anda o aprendizado e necessariamente criar uma atmosfera positiva, promovendo condições positivas e suficientes para obter sucesso de aprendizado, principalmente envolvendo a matemática. Por exemplo, o professor deve ajudar os alunos a se sentirem motivados e verdadeiramente capazes de estudar e aprender cada assunto específico, tranquilizando-os sobre o fato de que todos são capazes e aprenderão em seus próprios ritmos, sempre elogiando cada conquista ou passo à frente, por menor que seja. O acompanhamento do processo de aprendizado é muito importante para obter sucesso nessa relação que por vezes é conturbada e até muito deficitária.

E, não obtendo todo o sucesso esperado, nunca devemos desistir com facilidade e colocar a culpa total nos alunos, supostamente que não aprendem, porque estariam "bloqueados" ou incapacitados ao aprendizado. Se na sua sala existem 40 alunos, a maioria deles ou cerca de 94% (mais de 37 alunos) não tem qualquer problema relacionado com a discalculia, restando apenas menos de 3 deles com possibilidade desse estar acometido desse transtorno de aprendizado. Além disso, como os alunos com discalculia demoram a produzir as respostas e o resultado esperado, o professor deve respeitar sua posição, prestando atenção aos sinais que podem sinalizar que não sabem como proceder e incentivando-os a expor e transpor suas dificuldades de assimilação e consequente aprendizado.

Espero que o nosso leitor tenha gostado do artigo e que o compartilhem, via rede social, ou até mesmo que divulgue nosso endereço aos seus amigos e pares, para que esse conhecimento não fique paralisado. Caso tenha gostado do nosso site e queira receber outros artigos educativos sempre relacionado com a educação matemática, cadastre-se gratuitamente como seguidor do blog e assim ainda estará nos ajudando na consolidação e divulgação desse importante espaço educativo.

Finalizando, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!
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domingo, 8 de abril de 2018

As Bases da Matemática!

Conhecer as bases da matemática é um fator fundamental e essencial para o entendimento e aprofundamento em muitos conceitos da matemática. Algumas pessoas e estudantes já ficaram frustados quando tiveram enormes dificuldades em assimilar muitos conteúdos matemáticos. Mas, saiba porque isso ocorre frequentemente e como podemos planejar os estudos e driblar essas dificuldades. 
Existem algumas fórmulas, teorias, teoremas, entre outros conteúdos matemáticos que exigem dos estudantes um aprofundamento e conhecimentos previamente adquiridos que são pré requisitos para podermos prosseguir e assimilar alguns conceitos mais elaborados. Provavelmente isso se dá quando estudamos exaustivamente e não entendemos nada e achamos alguns desses conteúdos abstratos, absurdos ou até mesmo de difícil discernimento. Também observamos essas dificuldades quando queremos aprender a qualquer custo, sem seguirmos uma ordenação correta e lógica, ou porque temos pressa e falta de tempo para nos prepararmos adequadamente para o aprendizado, isso nos leva fatalmente a erros e dificuldades de assimilação e entendimento dos conteúdos da disciplina. Esse fato ocorre porque certamente o estudante menos atento, pulou etapas nesse propósito ou porque quis entender algo sem o aprofundamento necessário, por contar com pouco tempo de estudo e preparação, seja em provas, concursos, vestibulares ou qualquer outros testes de conhecimentos. 

Se você quer aprender matemática, deve começar pelo básico, ou seja dominar primeiramente os conteúdos chamados básicos dessa disciplina, e mais ainda, tem que ter vontade de estudar, se interessar e gostar de números, fórmulas práticas, evidências e representações geométricas, inclusive observar alguns padrões numéricos. Depois, evidentemente deverá planejar seus estudos, dedicar um tempo pré-definido para essa atividade, reunindo todos materiais de estudo, assim como praticar os conteúdos estudados, e isso só é possível fazendo os exercícios para entender os conhecimentos inerentes. Quando surgirem as dúvidas, aconselhamos que não prossiga e procure sempre a ajuda com um amigo mais experiente, um professor da escola do bairro ou até mesmo pode usar a internet. Existem muitos fóruns e páginas que são dedicadas para sanar eventuais dúvidas e questionamentos que podem nos ajudar em muitas de nossas dificuldades. Se deixar para voltar e entender posteriormente, pode ser que não obtenha exito em seus estudos. Com certeza sempre existe alguém disposto a ajudar e incentivar quem tem boa vontade e se esforça para aprender embora tenha dificuldades em seus estudos.

É possível aprender matemática em qualquer idade, mesmo aquelas pessoas da terceira idade também têm capacidade para isso. E, ainda mais resolver os problemas fazem muito bem para a saúde da mente e torna essas pessoas mais ativas e saudáveis, dizem os especialistas em saúde psicológica e mental. São os idosos e as crianças os mais beneficiados com a matemática, as crianças porque vão se desenvolver ainda e os idosos porque devem continuar exercitando suas mentes, para evitar muitas doenças degenerativas que podem trazer consequências imprevisíveis nessa fase da vida. Ter uma vida saudável, com a prática de exercícios físicos e mentais, também são importantes para todos, e ainda muito mais para aqueles que estão na melhor idade.

Como os pais devem ensinar a matemática e se comportar diante dos filhos e das crianças menores!
Quando exercitamos a mente das crianças em idade infantil, certamente estaremos estimulando a criatividade e a possibilidade dessas crianças gostarem e se interessarem pelos números e operações matemáticas. Deixamos claro que devemos introduzir os conhecimentos matemáticos, de acordo com a idade das crianças, por isso para as crianças menores, inclusive os bebes devem ser estimulados pelas mães e tutores, com brincadeiras e brinquedos que facilitem introduzir noções numéricas, de espaço e contagem. O comportamento dos pais nessa idade e fase de aprendizado é fundamental para o gosto e interesse das crianças nesse tipo de conhecimento. Esteja certo de que aprendemos desde o dia em que nascemos, claro que de formas diferentes. Por exemplo, começar contando nos dedos, depois distribuindo e dividindo os brinquedos, contando as moedas e as mesadas, usando aquele famoso porquinho para poupar e juntar uma certa quantia até que possa comprar uma boneca, um carrinho, etc. Se procurar vai encontrar muitas formas para estimular as crianças no aprendizado infantil de matemática, sendo que por exemplo podemos usar estratégias bem simples e que estimulam esse tipo de conhecimento inicial. Os bebês são até mais inteligentes do que pensamos. Eles podem aprender tudo, desde que recebam as informações e os estímulos necessários e da forma correta, sem que sejam forçados desnecessariamente.  
A Matemática é uma linguagem natural que usamos no cotidiano e nunca deve ser tratada com desprezo e ojeriza. Ela faz parte integrante do desenvolvimento do pensamento lógico, assim como da descoberta das relações entre fatos e fenômenos observados no dia a dia da vida e das pessoas. Na medida que ensinamos esses fatos e evidências as nossas crianças crianças, elas vão entender e poderão ordená-los e descobrir as relações das coisas e das realidades vivenciadas no mundo. Talvez isso explique porque muitas pessoas em idade adulta ou adolescentes gostem ou não dessa importante disciplina escolar. Talvez aquele adolescente ou estudante com maiores dificuldades não tenha sido estimulado adequadamente nessa fase de aprendizado. Se a criança escuta e percebe que os adultos não gostam de matemática, afirmando ser uma disciplina chata e difícil, certamente também vão odiar esse tipo de conhecimento e dificultar seu aprendizado. 

Mas será mesmo possível estudar e aprender sozinho esse tipo de conhecimento?

Desde que você se interesse e busque soluções de aprendizado, tais como avaliar como tem sido a absorção dos conteúdos, o aprendizado fica mais otimizado. No entanto, sabemos que muitas pessoas querem aprender, mas nada fazem, ou não se esforçam para isso acontecer. Se passarmos por cima dos conteúdos elementares básicos e almejarmos aprender as operações mais complexas e complicadas, pulando etapas, certamente não vamos entender e muito menos aprender e absorver essa ou qualquer outra disciplina que exija noções básicas de entendimento.

Para facilitar o entendimento, o leitor vai encontrar nesse blog uma quantidade boa de artigos muito bem elaborados, abordando as operações básicas, as regra de sinais, entre muitos outros ensinamentos que certamente vão ajudar a todos no entendimento elementar desse tipo de aprendizado.



CONCLUSÃO!!! 






Na nossa modesta opinião, ninguém aprende sem esforço e muita dedicação, ou já nasce sabendo, estamos o tempo todo aprendendo. Esse aprendizado, seja escolar ou mesmo na vida, começa desde que nascemos e certamente sabemos que alguns tem maiores dificuldades, enquanto que outros não, e isso foi muito bem explicado nesse artigo. Quando almejamos aprender alguma coisa, temos que nos dedicar estudando, buscando informações, conversando com pessoas mais experientes que dominem o tema ou aquilo que queremos estudar e nos inteirar.

Mas, quando focamos o aprendizado escolar, sempre há tempo para começar a estudar e aprender. Existe aquelas pessoas e alunos que aprendem simplesmente ouvindo o que o professor fala, mas esses são raros, enquanto que a grande maioria precisa se dedicar um pouco mais, realizando atividades mais elaboradas para fixar os conteúdos. Reafirmamos que sem esforço e dedicação, não vamos a lugar nenhum. Então, trace um planejamento de estudos, reunindo os materiais, apostilas, livros, consultando sites educativos para facilitar o aprendizado e certamente vai colher bons frutos para buscar o conhecimento e entender essa importante disciplina escolar.

Espero que tenham gostado do artigo e que compartilhe com seus amigos e pares para que esse conhecimento possa chegar e quem sabe ajudar um número grande de pessoas. Para isso, sugerimos ao leitor que use o atalho para as redes sociais que estão presentes ao final do texto.

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Finalizando, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!
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