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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Reflexões Sobre a Vida no Espaço!

Será que futuramente poderemos viajar e quem sabe habitar o espaço?
Tudo que envolve a vida e as viagens espaciais sempre despertam nossa curiosidade, e evidentemente aguçam o interesse coletivo. Mesmo após muitos anos que sucedeu o famoso episódio que ficou conhecido como "A Conquista da Lua", ocorrido na década de 1960, e que culminou com a viagem finalmente em 1969, quando o homem pisou na Lua e isso com transmissão ao vivo pela televisão, ainda assim, existe muitas pessoas que até hoje, não acreditam que o homem esteve fisicamente naquele espaço lunar. No entanto depois desse feito, não tivemos maiores avanços envolvendo o homem, em novas conquistas dessa natureza, mas sabemos que existem projetos para retornar a Lua e viajar até Marte, futuramente. Por que é tão importante para a humanidade, dominar e até viajar pelo espaço, se temos tudo que precisamos aqui em nosso planeta? São muitas as reflexões que podemos ter sobre a vida no espaço, mas quase todas elas, muitas vezes ficam sem uma resposta satisfatória. Mas, temos certeza de que algum dia vamos poder viajar e conhecer o espaço, explorando suas leis e desafiando os limites da física. Se isso já desperta nossa curiosidade, imagine a possibilidade de futuramente poder morar em algum planeta de alguma galáxia distante daqui. Continue lendo e tire suas conclusões, pois muitos cientistas e especialistas sérios e de grande expressão já acenam com essa possibilidade futura.

Sabe-se que em 2018 já estão programadas as primeiras viagens de "bate e volta" até a lua e que, inclusive conta com dois passageiros que teriam pagos suas passagens, para essa aventura que será realizada pela empresa SpaceX (Space Exploration Technologies Corporation), com sede nos EUA. No entanto, existe muitas outras empresas, entre elas citamos a Russa chamada Energia afirmou que pretende explorar as viagens espaciais num futuro não muito distante. 

Mas, será possível colonizar o espaço, construindo por exemplo moradias e um novo planeta?
Acreditamos que o maior sonho dos físicos, astrônomos e demais cientistas inter-relacionados seja conquistar, colonizar o espaço e quem sabe até descobrir vida fora da Terra. Mas acontece que isso somente é possível na ficção, pois envolve uma viagem na velocidade da luz, percorrendo o espaço interplanetário, conhecendo as estrelas e quem sabe, viajar deslocando-se por todo o cosmo. No entanto é um grande desafio encontrar meios adequados para conquistar o espaço, ou descobrir planetas que possam reunir condições suficientes para abrigar a vida, e que tenha energia, alimentos, etc. Na visão de muitos isso é um sonho e um projeto distante da realidade atual, pois não temos tecnologia, nem capacidade técnica para nos deslocarmos até esses planetas habitáveis, ou até mesmo colonizar esses lugares cósmicos de uma forma eficaz e segura. Embora seja um projeto muito audacioso, ainda assim existe cientistas e pesquisadores que já trabalham para esse propósito. Como vimos existe empresas e investidores que estão interessados em explorar o turismo espacial, mas daí a conseguir morar em algum local do cosmo ainda é um fato distante. Encontrar novos equipamentos e naves mais equipadas, por exemplo, para maximizar o desempenho, reduzir o consumo de energia, e desenvolvermos novos materiais com essas características inovadoras são algumas soluções que deverão ser implementadas e desenvolvidas pelo homem para essa finalidade.

Muitos dizem que a colonização do espaço pelo homem é uma questão de tempo e uma necessidade primordial para a sobrevivência humana que terá que ser feita no futuro. E, que isso não será nada fácil, frente aos enormes problemas e obstáculos a serem superados, tais como pela radiação excessiva recebida do sol, das grandes oscilações de temperatura, adaptação ao horário adverso de insolação, vencer grandes distâncias espaciais, superar a ausência de gravidade entre os corpos celestes, entre outros obstáculos que surgirão nessa caminhada rumo a conquista espacial.

Em recente manifestação, de certa forma até polêmica, proferida pelo astrofísico britânico Stephen Hawking afirmando que estava profundamente preocupado com a vida em nosso planeta e escreveu enfaticamente o seguinte: "É necessário construir uma base lunar nos próximos 30 anos e colonizar Marte até 2025". Ele afirmou ainda que o futuro da humanidade depende da exploração do espaço na busca de um planeta que possa abrigar a vida humana. Em um de seus pensamentos estratégicos sobre esse fato, ele ainda teria afirmado que: "Tentar se espalhar por aí talvez seja a única estratégia que pode nos salvar de nós mesmos". Segundo ele, os seres humanos precisam buscar outros lugares no espaço para sobreviver e sair da Terra. Certamente ele quis nos dizer que seremos nós mesmos os principais responsáveis pela destruição da vida na Terra, pois com a educação deficiente em níveis mundiais, estamos cavando nossa própria "sepultura" e assim, estamos elevando a temperatura média global, provocando o derretimento das geleiras que já está elevando gradativamente o nível dos mares e oceanos, e ainda mais grave poluindo os rios e a atmosfera que poderá causar a longo prazo a extinção da vida no planeta.







Sabemos que a maioria das pessoas e muitos pesquisadores já estão pensando em construir colônias humanas fora da Terra. E, estudam o planeta Marte ou até mesmo na Lua por serem lugares que estão mais próximos do nosso planeta. Eles argumentam que as primeiras colônias extraterrestres serão construídas em órbita tal como na Estação Espacial Internacional. Dessa forma, segundo pesquisas a NASA e outras agências espaciais consideram seriamente a possibilidade de uma colônia orbital. 
Ainda, conforme estudos avançados, o vácuo espacial permite a captação de grandes quantidades de energia solar, sem os empecilhos refratários da atmosfera terrestre que são extremamente necessários para sustentar esse tipo de colonização pretendida. Embora muitos entusiastas que apoiam a colonização espacial sustentam que não é necessário nenhuma grande descoberta científica para colocar esses projetos em ação, ainda assim serão necessários evidentemente muito desenvolvimento em tecnologia e engenharia para êxito nesse propósito. 

Para que tenhamos condições básicas de sobrevivência é necessário de oxigênio, água, alimentos, gravidade e temperaturas compatíveis para a vida humana. Isso ainda poderia ser obtido através de pequenos sistemas ecológicos fechados que fossem capazes de reciclar esses recursos sem o risco de escassez. No entanto, isso irá exigir muita pesquisa, estudo e muito dinheiro pois sabemos que tanto em Marte quanto na Lua não vamos encontrar as condições ideais necessárias para abrigar a vida em condições normais e teremos que transportar ou fabricar as condições necessárias, como oxigênio, água, plantas, etc. aqui da Terra ou de outros astros que estejam mais próximos. Teríamos, por exemplo que usar muita energia para conseguir derreter o gelo que existe nos polos em Marte e assim conseguir água, deixar o clima propício para a vida, entre outras anormalidades que vão dificultar enormemente esse tipo de projeto sonhado a ser implementado.

Mas, acreditamos que mesmo que encontremos abrigo em outro planeta que supostamente tenha as condições para desenvolver a vida e que consigamos desenvolver as condições e a estrutura necessária e condizente para essa finalidade, ainda assim, se não nos educarmos e nos conscientizarmos de que nossas atitudes e atos estão totalmente equivocados, ou seja estamos destruindo as florestas e a natureza, poluindo o meio ambiente, os rios e despejando no ar todos os dias, toneladas de gases tóxicos, certamente em busca de lucros e de uma pseudo projeção econômica, corremos o risco de incorrermos no mesmo erro no futuro e apenas estaríamos prorrogando a nossa extinção no futuro.

Conclusão!
Na nossa humilde visão, concluímos que não será fácil encontrar um novo planeta habitável semelhante ao nosso e que reúna as condições ideais, tais como ter água abundante, um clima favorável, que seja rico em energia e na produção de alimentos semelhantes com a Terra. Pensamos que seria mais saudável e econômico cuidar melhor da vida do planeta que já temos e que poderíamos transformá-lo no melhor e mais saudável possível, pois temos terras férteis, alimentos em abundância e uma rica fauna e flora. Será que teremos que sentir na pele os efeitos nocivos da destruição total para nos conscientizarmos de que devemos preservar, cuidar melhor da natureza e não poluirmos o planeta para o nosso próprio benefício. 

Pessoas comuns, como eu e você que estamos lendo esse artigo, também podem e devem contribuir para amenizar essa situação calamitosa e deixar para nossos filhos, netos e as futuras gerações, um lugar melhor do que aquele que aqui encontramos. Por exemplo, atitudes bem simples tais como economizar água, reduzir o consumo de energia, reciclar o lixo doméstico, plantar árvores e fazer o reflorestamento, evitar queimadas e denunciar o desmatamento, poderão efetivamente contribuir para amenizar e melhorar as condições de vida e do meio ambiente.

Finalizando, pedimos a todos nossos leitores que compartilhem esse artigo a todos os amigos, para que esse conhecimento chegue e sensibilize o maior número de pessoas. Para isso recomendamos utilizar os atalhos para as redes sociais que estão presentes ao final do texto ou até mesmo divulgando nosso endereço a todos seus conhecidos.

Como sabemos que nosso site tem ultrapassado as fronteiras do Brasil, temos esperança de que esse texto, de alguma forma também possa chegar aos líderes mundiais e que possa sensibilizá-los, no sentido de preservar, reduzir a poluição global e cuidar melhor do planeta, pois eles hoje têm o poder nas mãos, ou até mesmo que busquem novas estratégias que sejam mais eficazes, buscando formas de prevenir e assim ajudar o planeta a enfrentar e se recuperar a tempo de tais distorções e anormalidades ora verificadas. Se todos compartilharem, temos certeza de que estarão contribuindo de alguma forma para a conscientização e sensibilização desse problema que talvez possa nos atingir futuramente.

Se ficou dúvidas ou quiser deixar apenas seu ponto de vista, pode deixar sua impressão ou pergunta, utilizando o espaço para comentários que teremos o maior prazer em publicar e elucidar, sempre no menor prazo possível.

Sem mais, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!
A Matemática Aqui é Simples e Descomplicada!
  




sábado, 12 de agosto de 2017

As Estratégias e a Didática do Ensino de Matemática!

Será que Vale Tudo Mesmo para Ensinar e o Aluno Aprender Matemática?
Muitos dizem que todo professor de matemática deve ser austero e rigoroso, inclusive saber se impor, usar e abusar de autoridade para conseguir êxito no processo de ensino e aprendizagem. E, você o que acha desse comportamento? Continue lendo e ao final do artigo saiba o que pensamos sobre isso.
Sempre foi um grande dilema reconhecer como deve ser a postura correta que envolve o comportamento adequado do professor em sala de aula. Inicialmente achamos que a figura do professor deve impor credibilidade, vestir-se adequadamente e se portar com respeito e tolerância em relação a seus superiores hierárquicos, assim como a seus pares e alunos. Sabemos que aquele professor considerado por todos por ser bonzinho, que tudo pode e que nada cobra de seus alunos, também não funciona na prática. Mas, usar também excesso de rigor e austeridade pode ser muitas vezes confundido com arrogância e por vezes esses profissionais são odiados pelos alunos, criando um clima totalmente desfavorável ao aprendizado. Hoje vivemos em uma democracia e com liberdade de expressão e isso reflete também na escola e em sua relação com os estudantes e responsáveis. Mas nem sempre foi assim. Vamos fazer algumas considerações a esse respeito e depois podemos tirar nossas conclusões a esse respeito.






O modelo de ensino adotado em alguns países que têm governos autoritários, assim como o que ocorreu em uma determinada época específica, por exemplo o que tínhamos na ditadura militar e que vigorou aqui no Brasil de 1964 até o governo de 1985, certamente refletiu nos métodos de educação adotados, pois existia toda uma censura e repressão por parte dos governos restringindo os métodos e a fala dos professores e gestores escolares. Esse período citado caracterizou-se pela falta de democracia, com a supressão de direitos constitucionais, existindo uma censura às liberdades de expressão principalmente exercidas sobre as mídias, revistas e periódicos, inclusive acompanhada de perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar então adotado. Mas, atualmente como se dá esse processo educativo em regimes autoritários como o que vigora na China por exemplo. O governo da República Popular da China tem sido caracterizado como autoritário, comunista e socialista, com restrições em diversas áreas, em especial no que se refere às liberdades de imprensa, de reunião, de movimento, de direitos produtivos, além de alguns obstáculos ao livre uso da Internet. E, certamente isso reflete também na forma de ensinar e aprender e nos métodos didáticos que lá são adotados pelos professores e gestores nas escolas em todos os níveis do conhecimento. Sabe-se que por lá, existe uma boa qualidade de ensino que merece considerações e destaque e que vamos elucidar mais especificamente nesse artigo. 

Sem dúvida, a forma de ensinar e aprender como um todo é permeado por tendências, cujos processos são alimentados tanto pelos governos e regimes adotados, quanto por aqueles que comandam os postos mais altos do alto escalão e especialistas em educação que atuam no governo federal. 

Em pesquisa sobre essa forma de educar que é adotada em países digamos mais austeros, percebemos que por exemplo na cidade de Xangai na China, o aluno praticamente é obrigado a aprender os conteúdos a todo custo, isso sempre é realizado de uma forma impositiva, inclusive enquanto todos não assimilarem os conhecimentos tratados, a orientação é que aula não deve prosseguir. Muitos especialistas consideram esse modo de ensinar muito rigoroso ou exigente, e que muitas vezes pode resultar em adoecimento desses estudantes mais sensíveis aos estudos, Por lá, o aprendizado é controlado e baseado em manuais feitos sob medida para provocar o aprendizado e que substituem folhetos ou planilhas.

Em Xangai na China, adota-se uma metodologia altamente conceitual, na medida em que professores baseiam suas aulas em métodos fundamentais e focado nas leis da matemática, em que os alunos são encorajados a representar fisicamente os conceitos, usando objetos e imagens para ajudá-los a visualizar as ideias abstratas que fazem parte do entendimento matemático. Assim, essa forma como os alunos falam e escrevem sobre matemática, acreditam os especialistas, pode também contribuir para o sucesso e entendimento dos conceitos tratados na aula.

Argumentam os professores que sempre lhes pedimos para explicar a resposta com frases completas. Ou seja, não adianta apenas escrever a resposta correta, mas é mais importante entender os conceitos. Segundo eles, essa é a chave para construir o raciocínio lógico e entender a linguagem da matemática. Mas, nem tudo são "flores" e as maravilhas que as estatísticas apontam nas avaliações externas que sempre colocam a China como campeã no quesito qualidade educacional.

Por outro lado, muitos críticos desse sistema dizem que o aprendizado se torna muito abstrato e que não aplica a matemática voltada para resolver problemas cotidianos enfrentados futuramente na vida real dos estudantes. E, que algumas outras pessoas ligadas com a educação também argumentam que o método asiático ensina os alunos a se preparar para conseguirem sucesso em exames e nas provas, ou seja, a ter um bom desempenho nos exames internacionais, mas no entanto o aprendizado e o conhecimento adquirido na escola não está voltado para resolver os problemas enfrentados em situações do dia a dia.

O princípio adotado nas escolas chinesas é o da união de todos para vencer as dificuldades e todos aprenderem os conceitos matemáticos!
Esse princípio de coesão que existe por trás do método de Xangai diz que: a classe toda aprende, como se fosse um só aluno, assim estima-se que todos os alunos deverão avançar em seus estudos e aprenderem ao mesmo tempo e no mesmo ritmo. E, desse modo, reafirmamos que a aula nunca deve prosseguir, se algum aluno, ainda estiver com dúvidas. Dessa forma, os professores são orientados para não dividirem o grupo em equipes com base na capacidade individual, nem em tarefas que tenham dificuldades variadas. Assim, todo aluno é considerado um matemático nato e sempre cabe aos professores tirar o máximo de cada um deles, levando-os ao entendimento do conhecimento discutido em sala.

Nessa situação descrita, os estudantes com melhor desempenho são encorajados a aprofundar os estudos e também em ajudar o restante da classe para dominar o aprendizado, em vez de se distanciarem dos colegas que tenham mais dificuldades e serem mais lentos ou menos aptos no aprendizado. Enquanto essa busca pela igualdade dentro de sala é comemorada por muitos, críticos, outros acreditam que o sistema desestimula os estudantes mais avançados, que acabariam ficando sobrecarregados e até entediados e que por isso renderiam menos do que eles realmente teriam condições de destaque.

Por lá observa-se que o leiaute da sala de aula, assim como pela disposição das carteiras, segue o modelo tradicional, o que, segundo alguns críticos não estimula a colaboração entre os pares. Muitos dizem que trata-se de uma disposição rígida e pouco inspiradora para o processo de ensino e aprendizagem.

A Rotina Militar da Repetição, Repetição, Repetição, ... Até a Exaustão!
O método usado em Xangai estimula a repetição seguidas vezes, até que o aprendizado fique fixado na mente do aluno. Então, a repetição de conceitos também é um ingrediente fundamental da receita secreta que é adotada naquele país e que reflete o rigor nesse modo de ensinar. Com esse lema repetitivo, as crianças a partir de cinco anos são submetidas a testes para praticar exercícios até dominar cada conceito por meio da intensa repetição dessas tarefas e exercícios até que ocorra a memorização pretendida. Dessa forma, um aluno deve responder à pergunta de um professor e os outros deverão repetirem a resposta em uníssono. Em seguida, outro estudante responde a uma outra pergunta e o restante repete. A sequência continua até ocorrer a memorização de todos ou até que ocorra a exaustão.

Muitos dizem que trata-se de uma rotina "militar", pois espera-se que os estudantes aperfeiçoem o uso do vocabulário matemático, sendo que eles não usarão apenas os exercícios de matemática para isso, e deverão também memorizar e repetir o conteúdo tratado na medida em que a aula avança.

No entanto, afirmam alguns especialistas que as aulas são também muito interativas e que além disso são curtas e harmoniosas, sendo de apenas 35 minutos de ensino focado, seguido de mais 15 minutos de brincadeiras não estruturadas. Por lá a estrela é o professor pois ele tem apenas duas aulas diárias de 40 minutos, sendo que o resto do dia é dedicado ao seu desenvolvimento profissional, incluindo feedback entre os colegas e observação das aulas.

O segredo é a preparação do professor para ensinar matemática?
A preparação do professor chinês para ensinar matemática é o mais importante que tudo. Então, ele deve passar até cinco anos na universidade estudando especificamente como ensinar todos conteúdos da disciplina aos alunos do ensino fundamental. James Bowen é um especialista em educação de nacionalidade britânica e afirmou que "Parte do sucesso do ensino de matemática em países como China e na Cingapura vem do respeito aos professores e do tempo que eles têm para se planejar e preparar". No entanto, alguns críticos mais contundentes discordam e argumentam que há um descompasso entre o bem-estar dos professores e o dos estudantes.

Um estudo de 2014 sobre o bem-estar da criança, realizado pelo Instituto para o Desenvolvimento Social na NYU Xangai, revelou que enquanto a maioria das escolas está equipada com salas de aula adequadas, bibliotecas e laboratórios de informática, elas não têm facilidades tais como auditórios, ginásios ou salas de reuniões e que cerca de 13% das crianças apresentam saúde regular ou ruim.

CONCLUSÃO!
Na sua vida escolar, toda criança inicia o processo de alfabetização, mesmo antes dela se matricular numa escola de forma oficial. Isso se dá desde o seu nascimento, não só em sua língua materna como também na linguagem Matemática, construindo o seu conhecimento segundo as diferentes etapas de desenvolvimento cognitivo; e assim um bom ensino nesse nível é de fundamental importância para o resto de sua vida escolar. Nunca devemos encarar o ensino de matemática descontextualizado, como infelizmente temos verificado atualmente e que é defendido por muitos especialistas por razões dúbias e muito menos impor métodos e um aprendizado forçado e impositivo que pode inclusive levar o estudante a exaustão e a doenças e transtornos psicológicos. Na verdade quem são os grandes personagens e responsáveis pela qualidade no aprendizado são os gestores escolares e os professores atuantes na sala de aula, claro com o apoio dos psicopedagogos e demais especialistas de apoio, inclusive com a participação e o apoio permanente da família, sendo que eles conjuntamente devem usar de boas estratégias, assim como utilizar de uma didática e estratégias corretas para essa finalidade.

Percebemos no texto que embora haja muito rigor por parte dos professores para que os alunos aprendam a qualquer custo, ainda assim existe o respeito seja dos alunos e de toda a sociedade, pois por lá o professor é tratado realmente como uma estrela, ganhando poupudos salários e gozando de enorme prestigio social, o que infelizmente não verificamos em nosso país. Por aqui os mestres e professores são tratados tanto pelos alunos e pela sociedade, quanto pelo governo como seres de menor importância e se esquecem que o professor é tão importante que sem ele não haveria todas as demais profissões.

Quanto à nossa pergunta inicial, se o professor deve ser bonzinho ou rigoroso, o que podemos dizer é que ele deveria ficar a meio termo, ou seja, ser bonzinho no sentido de deixar os estudantes a vontade para participar das aulas, mas ao mesmo tempo rigoroso em determinadas circunstâncias e ocasiões, cobrando dos alunos sempre o entendimento e as tarefas solicitadas, fazendo-os estudar e se dedicar as aulas, com a finalidade principal de aprender os conteúdos discutidos.

Caso tenha ficado dúvidas e quiser nosso parecer, deixe um comentário ao final do artigo que teremos o maior prazer em elucidar, caso esteja a nosso alcance.

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Sem mais nada a acrescentar, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!

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