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sábado, 28 de janeiro de 2017

Educação Financeira!

Porque a Educação Financeira é Importante nas Relações Familiares do Homem?
Sem nenhuma dúvida podemos afirmar que conhecer taxas, porcentagens, juros simples e compostos, assim como outros conhecimentos inerentes, inclusive ter noções de Educação Financeira e aplicar isso em nossa vida financeira cotidiana é muito importante para manter o equilíbrio das finanças e a gestão do dinheiro em nossa vida econômica. Hoje em dia passamos por uma crise financeira acirrada em nosso país, com muito desemprego, empresas quebrando, então economizar dinheiro é muito saudável para nossa saúde financeira. Assim qualquer moedinha economizada, ao final de algum tempo vai fazer toda diferença no nosso orçamento. Manter esse equilíbrio financeiro vai nos ajudar a resolver questões econômicas e até interferir positivamente nas relações pessoais, pois sabemos que muitos casais têm problemas graves de relacionamento e até se separam por questões como endividamento, falta de recursos financeiros para suprir necessidades básicas de alimentação, etc. 
Nunca devemos sair as compras sem um planejamento ou seja, comprando tudo que encontramos por impulso ou para satisfazer aqueles desejos impossíveis, pois isso pode desequilibrar nosso orçamento e nos colocar em dívidas, inclusive caso não consigamos pagá-las, negativando nosso crédito nas agências que regulam o setor tais como Serasa, SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), entre outras. Por isso, equilibrar as finanças significa controlar as despesas e os gastos de acordo com nossos rendimentos. Não é, por exemplo que se ganhamos R$ 5.000,00 mensais que podemos gastar essa quantia em compras, pois existem outros compromissos assumidos, tais como o pagamento da conta de luz, telefone, internet, aluguel, alimentação, etc. que vão reduzir nossa possibilidade de compras, pois esses valores deverão ser abatidos desse ganho mensal. Mas, como devemos controlar tais gastos e todas despesas assumidas?

Para controlar bem as finanças é preciso ter muita disciplina e empenho, assim como saber quanto é nossa renda mensal e também todas as nossas despesas nesse período. Se houver sobras, devemos aplicar uma parte no Banco para render juros e o restante podemos administrar ou seja gastar e comprar o que desejamos, mas de forma coerente e equilibrada.  Mas lembre-se de que deixar uma parte reservada para eventuais gastos e despesas imprevistas, como para cobrir as despesas de início de ano, ou mesmo a perda de emprego, surgimento de uma doença, acidentes imprevistos, etc. é de fundamental importância em nossa vida.

Mas, como fazer um orçamento familiar para controlar as finanças?






É muito fácil fazer um planejamento e um orçamento familiar para acompanhar os gastos e despesas num determinado período e ver se elas estão de acordo com os ganhos familiares dentro desse prazo. Um bom orçamento familiar pode ser o primeiro passo no processo da sua educação financeira e ele pode ser feito usando anotações de uma forma manual, numa planilha do excel no computador ou até mesmo baixando um aplicativo para essa finalidade. É claro que saber administrar as sobras, aplicando o excedente numa boa aplicação financeira, como o tesouro direto, ou até mesmo em caso de necessidades de recursos usar aquelas operações de empréstimos e financiamentos com taxas menores e adequadas também faz parte desse conhecimento. Mas, isso pretendemos abordar numa próxima oportunidade futura.

Voltando a falar desse orçamento, salientamos que é com essas anotações detalhadas que vamos saber se podemos gastar as sobras, comprando aquele tão sonhado celular de última geração, ou formar poupança para trocar nosso carro, a moto, etc. De nada adianta termos uma boa renda mensal, se nossas despesas ultrapassam esse ganho mensal, pois assim vamos ficar endividados e muitas vezes pagar juros abusivos no Cartão de Crédito ou em operações de empréstimos contratadas com o Banco, etc. Quando isso acontece os transtornos são imensos e muitas vezes não vamos dormir tranquilos, nem realizar as demais atividades cotidianas com atenção e apreço, pois isso pode nos deixar ansiosos e desequilibrados, causando até complicações com a família. Ter uma boa educação financeira com certeza é fundamental para gerar a satisfação pessoal, promover o equilíbrio e o controle, enfim, ajuda a assumir um projeto de vida equilibrado e eficiente.

Assim tomamos a liberdade de propor um modelo de planilha para que você possa controlar todas suas despesas e receitas e tomar suas decisões de gastos e compras de acordo com suas possibilidades. 

O que devemos colocar no orçamento familiar?
No orçamento familiar devemos primeiramente definir o período que ele vai englobar que pode ser diário, semanal, mensal, etc. Em seguida, devemos anotar todos os gastos efetivados, inclusive ir deduzindo do saldo credor anterior todas as despesas para que possamos visualizar como anda nossa disponibilidade em caixa naquele momento. Informamos que o orçamento é uma previsão de receitas e gastos englobando aqueles valores que realmente vão ocorrer num determinado período. Assim, podemos ir anotando os gastos como abaixo:


Orçamento do Mês: Janeiro de 2017
Data
Histórico
Débito
Crédito
Saldo
31.12.16
Saldo Anterior


8.500,00
02.01.17
Conta de Energia
200,00

8.300,00
03.01.17
Conta Água
100,00

8.200,00
04.01.17
Supermercado - Alimentação
300,00

7.900,00
05.01.17
Material Escolar
500,00

7.400,00
08.01.17
Jantar
200,00

7.200,00
10.01.17
IPTU mensal
150,00

7.050,00
11.01.17
Supermercado
250,00

6.800,00
12.01.17
Conta Mensal do Açougue
1.800,00

5.000,00
15.01.14
Conta Mensal da Padaria 
200,00

4.800,00
20.01.17
Aluguel
1.800,00

3.000,00
25.01.17
Supermercado
500,00

2.500,00
28.01.17
Jantar
200,00

2.300,00
29.01.17
Lanches
100,00

2.200,00
30.01.17
Transporte
500,00

1.700,00
31.01.17
Conta de Telefone
200,00

1.500,00

Concluímos então que no exemplo citado de uma família que tem uma renda familiar total de R$ 8.500,00 e que todas suas despesas fixas (alimentação, contas de água, luz, iptu, aluguel, ...) somaram o valor de R$ 7.000,00, restando ao final do mês o saldo de R$ 1.500,00. 

a) Veja então que fazendo as deduções diariamente, vamos encontrar o valor de R$ 1.500,00 como sobra financeira. Será que devemos sair gastando todo esse valor  para satisfazer nossos desejos imediatos?

A resposta é que não, pois sabemos que nos meses de janeiro e fevereiro vencem muitas outras despesas fixas de início de ano, e assim nossas despesas nesses meses sobem muito, com o pagamento de taxas, IPVA, IPTU, Imposto de Renda, etc. Logo é necessário poupar um pouco todo mês para cobrir esses gastos extras mencionados. 

b) Faça uma conta simples, se essas previsões de gastos extras de início de ano somarem por exemplo: 3.000,00, seria prudente reservar 3000/10 = 300,00 mensais. Veja então que agora temos uma sobra mensal de 1500 - 300 = 1.200,00. 

c) Então devemos reservar pelo menos 40% para acumular algum dinheiro extra para que no futuro possamos por exemplo, trocar o carro, a moto, o sofá, o celular, etc. E, assim nossa sobra mensal ficaria estimada em 1200,00 - 480,00 = 720,00 que deve ser o valor administrado para todo o mês em curso, ou seja: devemos gastar apenas R$ 24,00 ao dia ou 168,00 por semana para cumprir esse orçamento coerentemente.

d) Somente para exemplificar, o preço de um jantar em média para uma casal fica de acordo com a planilha em torno de R$ 200,00. Será que nessas condições podemos sair para jantar toda semana? Certamente que não, pois estão previstos no orçamento tratado apenas duas vezes e se pretendemos inovar, devemos buscar outros meios mais econômicos, como ir ao fast-food, visitar um parque, etc. E, assim adequar nosso orçamento de acordo com nosso planejamento financeiro.

Reduzindo Despesas e Aumentando os Rendimentos!  
Muitos especialistas em finanças afirmam que se adotarmos algumas atitudes simples em nosso dia a dia, podemos economizar muita grana, como por exemplo:
1. Tomar o cafezinho em sua casa;
2. Comprar marmita para comer no trabalho;
3. Usar somente o wifi gratuitamente no seu celular e a rede de dados móveis somente em ocasiões necessárias; 
4. Deixar o carro na garagem e se locomover através do transporte coletivo em dias alternados;
5. Alugar seu carro por alguns dias durante o mês, recebendo uma boa grana por isso;
6. Usar o Netflix ou aplicativos similares para ver filmes em sua casa, evitando os gastos de ir ao cinema;
7. Fazer bicos de acordo com suas habilidades, tais como professor eventual, eletricista, tradutor, motorista particular, etc. vai lhe trazer bons rendimentos extras;
8. Habitue-se a guardar todas as moedas recebidas em um cofrinho e ao final de algum tempo, vai ter poupado uma boa grana.  

CONCLUSÃO! 
Na modesta opinião desse site, a educação financeira deveria fazer parte de todo currículo das escolas de ensino básico e médio, pois é um conhecimento que além de incentivar o estudo de Matemática, também vai promover maior qualidade de vida dessas pessoas no futuro, e ainda pode ajudar na administração coerente da parte financeira de qualquer família. Sabemos que se o setor financeiro não for bem administrado, surgem diversos problemas que podem levar ao endividamento do casal ou da família e gerar insegurança familiar tais como gastos excessivos, falta de crédito para situações emergenciais, etc. Então, avaliar os hábitos dos gastos compulsivos desnecessários, cortar despesas supérfluas, assim como diagnosticar a situação financeira certamente vai ajudar a equilibrar as contas. Por exemplo, se nossas necessidades são maiores que nossas receitas, devemos diminuir elas ou aumentar a renda da família, buscando novas fontes de rendas adicionais ou até mesmo procurar um emprego que pague um salário maior.

Na escola com as crianças podemos trabalhar isso na aula de matemática, distribuindo uma certa quantia em dinheiro fictício para as crianças, para que elas façam suas opções de compras numa determinado período, adquirindo simuladamente seus brinquedos, doces, lanches e demais produtos, previamente confeccionados com materiais reciclados ou em papel cartolina e com seus preços estimados e assim eles vão aprendendo a administrar a mesada e o dinheiro que recebem de seus pais e do professor(a) nessa situação simulada. Certamente alguns deles não terão moeda para suas compras durante todo o período e vão ficar devendo algum valor, por praticar gastos excessivos e ai o mestre pode intervir falando do que vai ocorrer nessas situações de desiquilíbrio.

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Finalizando, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!





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